sábado, 13 de setembro de 2008

Setembro: Eis que chega a Primavera...



Os feitos da fé são conforme a proporção da Graça do dom da fé que Deus distribuiu a cada um, e também conforme o nível de percepção da vida que cada um possui. Ora, isto pode ser percebido em nossa própria vida de fé. Isto porque a caminhada começa sempre cheia de sinais e maravilhas, prossegue para um nível de busca de algumas compreensões, muda de patamar e passa para a dimensão das aspirações, então começa a entrar no reino da contradição, e experimenta as primeiras derrotas.
Isto faz com que a fé cresça na fraqueza e no quebrantamento, e leve o indivíduo a outro nível de fé. Agora seu foco já não almeja tanto os “sinais fora”, mas sim os “sinais dentro”. Então inicia-se uma outra etapa, e nesta, cada vez mais, os grandes feitos começam a ser para dentro, e eles já não são percebidos como elevações, mas como aprofundamentos. Neste ponto a linguagem da fé muda dos sinais exteriores para os sentimentos da auto-descoberta, e, assim, almeja crescimento na apropriação do bem da Paz conquistada em Jesus para todo coração.
Ora, este caminho deverá prosseguir para baixo e para dentro. Até que das profundezas nasce o êxtase das maiores elevações, e, nesse ponto, a fé já não reconhece céu e abismo, noite e dia, escassez ou abundancia, glória ou humilhação, boa fama ou má fama, reputação ou honra, conquista ou derrota, posto que inicia-se aqui a consciência em fé que diz: “Tudo posso naquele que me fortalece”. Ou ainda: “Somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou”.
Nesse dia a fé já não espera milagres, pois ela já se percebe como milagre em si. Ora, é neste ponto da jornada que a fé está preparada para voltar com toda maturidade aos sinais, prodígios e maravilhas, posto que já não precisa deles como reforço para nada, mas apenas os invoca como sinais do reino que mantém o coração sempre animado com as simplicidades dos sentimentos mais puros e primitivos da fé. Assim como é na vida, assim é na vida de fé. Afinal, crianças e velhos se permitem as mesmas coisas, o que lhes difere é a consciência do fazer.
Os melhores milagres são os experimentados na maturidade da fé, assim como as melhores brincadeiras são aquelas que você brinca na condição de avô na reconciliação do velho e da criança. Quando as vaidades de estações primaveris dão lugar ao outono da consciência em fé, então as cores desse tempo serão de pura magia e viçosa despedida. O outono é a primavera da maturidade. E a experiência dessa estação na jornada da fé é simplesmente maravilhosa.
Por: Caio Fábio

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Seguindo a Deus de Perto

A minha alma apega-se a ti: a tua destra me ampara. (Sl 63:8)
Autor: A. W. Tozer

Procuramos a Deus porque, e somente porque, Ele primeiramente colocou em nós o anseio que nos lança nessa busca. "Ninguém pode vir a mim", disse o Senhor Jesus, "se o Pai que me enviou não o trouxer a mim" (Jo 6:44), e é justamente através desse trazer proveniente, que Deus tira de nós todo vestígio de mérito pelo ato de nos achegar-mos a Ele. O impulso de buscar a Deus origina-se em Deus, mas a realização do impulso depende de O seguirmos de todo o coração. E durante todo o tempo em que O buscarmos, já estamos em Sua mão: "... o Senhor o segura pela mão". (Sl 37:24).

A doutrina da justificação pela fé - uma verdade bíblica, e uma bênção que nos liberta do legalismo estéril e de um inútil esforço próprio - em nosso tempo tem-se degenerado bastante, e muitos lhe dão uma interpretação que acaba se constituindo um obstáculo para que o homem chegue a um conhecimento verdadeiro de Deus.

O milagre do novo nascimento está sendo entendido como um processo mecânico e sem vida. Parece que o exercício da fé já não abala a estrutura moral do homem, nem modifica a sua velha natureza.

É como se ele pudesse aceitar a Cristo sem que, em seu coração, surgisse um genuíno amor pelo Salvador . Contudo, o homem que não tem fome nem sede de Deus pode estar salvo? No entanto, é exatamente nesse sentido que ele é orientado: conformar-se com uma transformação apenas superficial.

É uma tragédia que, nesta época de trevas, deixemos só para os pastores e líderes a busca de uma comunhão mais íntima com Deus.

Agora, tudo se resume num ato inicial de "aceitar" a Cristo (a propósito, esta palavra não é encontrada na Bíblia), e daí por diante não se espera que o convertido almeje qualquer outra revelação de Deus para a sua alma . Estamos sendo confundidos por uma lógica espúria que argumenta que, se já encontramos o Senhor, não temos mais necessidade de buscá-lo.

Quando o Senhor dividiu a terra de Canaã entre as tribos de Israel , a de Levi não recebeu partilha alguma. Deus disse-lhe simplesmente: "Eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel " (Nm 18:20), e com essas palavras tornou-a a mais rica que todas as suas tribos irmãs, mais rica que todos os reis e rajás que já viveram neste mundo. E em tudo isto transparece um principio espiritual, um principio que continua em vigor para todo sacerdote do Deus Altíssimo.

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa - Deus de maneira pura, legítima e eterna.


Partes extraídas do livro "O Melhor de A. W. Tozer" da Editora Mundo Cristão.

Fonte:
www.preciosasemente.com.br

sexta-feira, 13 de abril de 2007

A Igreja e As Igrejas

A Igreja e As Igrejas

Autor: Watchman Nee

A Palavra de Deus nos ensina que a Igreja é uma só. Por que então os apóstolos fundaram igrejas em cada lugar que visitaram? Se a Igreja é o Corpo de Cristo, Ela só pode ser uma. Assim, como podemos falar de igrejas?

O vocábulo igreja quer dizer os chamados para fora . Esse termo é usado duas vezes nos Evangelhos: uma vez em Mateus 16:18 e outra em 18:17. Além disso, achamos esse vocábulo freqüentemente em Atos e nas Epístolas. Nos Evangelhos o termo é usado pelo Senhor nas duas ocasiões, mas é empregado em sentido diferente em cada vez.

“Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre essa rocha edificarei a Minha igreja, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18). Que igreja é essa? Pedro confessara que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo, e o nosso Senhor declarou que edificaria a Sua Igreja sobre essa confissão, a de que, quanto à Sua Pessoa, Ele é o Filho de Deus, e, quanto à Sua obra, Ele é o Cristo de Deus. Essa Igreja compreende todos os salvos, sem referência a tempo ou a espaço, a saber, todos os que são redimidos no propósito de Deus por meio do sangue derramado do Senhor Jesus, e nasceram de novo mediante a operação do Seu Espírito. Essa é a Igreja universal, a Igreja de Deus, o Corpo de Cristo.

“E, se ele recusar ouvi-los, dize-o à igreja” (Mt 18:17). O vocábulo igreja é usado aqui num sentido bem diferente do de 16:18. A esfera da igreja a que se refere o termo aqui é claramente não tão abrangente como a esfera da Igreja mencionada na passagem anterior. Em 16:18, Igreja é a Igreja que não conhece tempo ou espaço, mas a igreja em 18:17 é obviamente limitada, tanto ao tempo como ao espaço, pois pode-se falar a ela. A Igreja mencionado no capítulo 16 inclui todos os filhos de Deus em todas as localidades, ao passo que a Igreja mencionada no capitulo 18 inclui somente os filhos de Deus que vivem em uma localidade; e é por ser limitada a um só lugar que é possível dizer aos crente que a compõe quais são as nossas dificuldades. É óbvio que a igreja aqui é local, e não universal, pois ninguém consegue falar de uma só vez a todos os filhos de Deus em todo o universo. Só é possível falar de uma só vez aos crentes que vivem num só lugar.

Temos claramente perante nós dois aspectos da Igreja: a Igreja e as igrejas, ou seja, a Igreja universal e as igrejas locais. A Igreja é invisível; as igrejas são visíveis. A Igreja não tem organização; as igrejas são organizadas. A igreja é espiritual; as igrejas são espirituais, contudo físicas. A Igreja é puramente um organismo; as igrejas são um organismo, contudo são ao mesmo tempo organizadas, fato esse comprovado por haver nelas presbíteros e diáconos.

Todas as dificuldades da Igreja surgem em conexão com as igrejas locais, e não com a Igreja universal. Esta é invisível e espiritual; logo, ultrapassa o limite humano, ao passo que aquelas são visíveis e organizadas; logo, são passiveis de ser tocadas por mãos humanas. A Igreja celestial é tão distante do mundo que é possível não ser afetada por ele, mas as igrejas terrenas são tão próximas a nós que, se surgem problemas nelas, nós os sentimos vividamente. A Igreja invisível não põe a prova a nossa obediência a Deus, mas as igrejas visíveis nos provam severamente, pondo nos frente a frente com questões no plano intensamente prático da vida terrena.

Fonte: Texto extraído do livro A Vida Cristã Normal da Igreja
Editora Árvore da Vida

terça-feira, 10 de abril de 2007

Tiradentes

"Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria ao Brasil."
Tiradentes
Joaquim José da Silva Xavier, nasceu em Pombal, distrito de São João del Rey (hoje Tiradentes/MG), em 1746. Com o falecimento da mãe, em 1755 e de seu pai, quando tinha 11 anos, todos os irmãos são distribuídos entre os parentes. Tiradentes ficou com seu padrinho e tio, Sebastião Ferreira Leitão, que era cirurgião, e o ensinou a prática de dentista/médico (daí o apelido) e engenheiro.
Entrou para a carreira militar - pertenceu ao Regimento Dragões de Minas Gerais - e chegou a alferes muito cedo. Decidido, estudou muito com seus dois irmãos padres. Sua curiosidade o levou a estudos demográficos, geográficos, geológicos, mineralógicos.
Quando morou no Rio de Janeiro, desenvolveu grandes projetos como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para melhoria do abastecimento de água - porém seus projetos não eram concluídos por falta de deferimento do governo, o que fazia com que seu desejo de liberdade crescesse. Mas, ao envolver-se na Inconfidência conspirando contra a Coroa portuguesa, foi preso, em 1789, no Rio de Janeiro.
Em 21 de abril, comemoramos o dia do primeiro sonho de um Brasil livre da colonização portuguesa, exato dia esse em que Tiradentes, no ano de 1792, morreu enforcado.
Mito e herói nacional, Tiradentes, tem seu dia comemorado pelo desejo humano da liberdade. Deu a vida pelo povo brasileiro e pelo seu ideal. Como patrono cívico do Brasil passou por 40 interrogatórios para assumir sozinho a culpa de uma revolução que faria sozinho, mesmo se preciso.
Ao morrer estava com a face vermelha, olhava para o céu e comentou com o carrasco que o enforcaria: "Nosso Senhor morreu também nu, por meus pecados".

Liderança

A eficácia de Jesus na formação de sua equipe
Por Rodolfo Montosa

Provavelmente, seu sonho, como líder, é ter uma equipe capaz e apaixonada pela obra e por Deus. Uma equipe visionária e eficiente. Parece utopia, mas não é. Jesus teve uma equipe cheia de falhas, formada por pecadores como nós, mas que foi amplamente vencedora. Para termos uma equipe semelhante, precisamos aprender e conhecer os passos de Jesus ao selecionar o seu “time”. Seguem seis princípios de sua liderança:

1. Jesus identificou o perfil de seus comandados

“Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mc 1.17).

Jesus buscava ajudadores que tivessem duas características: paixão e competência. As perguntas fundamentais na escolha de uma equipe são: “Onde está o seu coração?” e “Qual é a sua competência?”. Entendo por “competência” o conjunto de habilidades, unção, conhecimento e experiência. Já a “paixão” ou “coração”, é o caráter, a intenção, o compromisso e os valores pessoais.
Nas igrejas, há aqueles que são apaixonados por um ministério, mas não demonstram competência para atuar nele. Como exemplo, existem aqueles que se sentem plenamente realizados atuando no louvor, mas basta ouvi-los cantar para saber que não têm vocação para o canto fora das quatro paredes do seu banheiro. Em alguns casos, um pouco de técnica resolve. Em outros, não.

Há, ainda, o crente competente para cantar, mas que não coloca o coração nisso. Assim, o conhecimento é quase inútil, a dedicação se torna obsoleta e os frutos do ministério, escassos. O melhor é tentar atrair o coração dessa pessoa, mas sem autoritarismo. Isso precisa ser obra do Espírito Santo e não de homens. Caso essa atração não ocorra, cabe ao líder planejar uma substituição. Nem sempre o conhecimento basta.
Por fim, há aqueles que atuam em área onde são incompetentes e não têm nela o seu coração. Geralmente, estão lá por determinação de alguém que o “empurra”, na melhor das intenções. Aí só há uma saída: retire-o de lá com urgência. Não receie abrir lacunas. Ore e Deus proverá.

2. Jesus selecionou alguns

“Naqueles dias, retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles...” (Lc 6.12,13).

Não vemos outra forma de alcançarmos um ministério bem-sucedido a não ser pela busca incessante da direção do Pai. Jesus orou antes de formar sua equipe. Um princípio básico, simples e eficiente. Jesus se dedicou pessoalmente ao processo de escolha e foi pró-ativo nessa seleção. Conviveu com seus discípulos, caminhou com eles, conheceu seus anseios.

Um ponto interessante na atitude de Jesus é que Ele escolheu justamente aqueles que tinham uma ocupação. Acreditamos que é melhor liderar pessoas engajadas em determinado trabalho — ou que pelo menos já o foram — do que liderar pessoas desocupadas. Pessoas trabalhadoras se encaixam melhor no perfil de uma equipe ideal. Estar ocupado significa se envolver naquilo a que se propõe. Ou seja, dedicar o coração, a alma e a vida.

3. Jesus capacitou os escolhidos

Não há como falar sobre o processo de escolha dos discípulos sem fazer alusão à frase “Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”. No reino de Deus, capacitação é primordial. “Então, começou a ensinar seus discípulos”. É o que narra Marcos quando fala sobre essa relação de ensino entre Jesus e sua equipe. O próprio Espírito Santo foi enviado com a tarefa de nos “ensinar todas as coisas”.

A capacitação é o ato intencional de fornecer meios para proporcionar uma aprendizagem que, invariavelmente, representa mudança no comportamento humano. E essa mudança decorre dos novos conhecimentos, do desenvolvimento das habilidades, da lapidação das atitudes e da formação de conceitos.

Treinar um membro da equipe pode ser trabalhoso, mas é fundamental para que o ministério não se perca. Quando a igreja tem membros bem treinados, ela se desenvolve melhor. E a recíproca é verdadeira. Igrejas maduras, bem desenvolvidas, valorizam a capacitação.


4. Jesus deu o direcionamento

Jesus também orientou como os setenta deveriam agir (Lc 10.1). Falou desde o que deveriam levar até como deveriam se comportar. A missão era clara e bem definida. Jesus enxergou o objetivo, montou a equipe, comunicou, instruiu e encorajou os envolvidos. Tudo isso para que considerassem a importância da missão para a qual estavam sendo escolhidos.Assim como Jesus, o líder precisa orientar sua equipe e conduzi-la à visão que Deus lhe deu. É função do líder direcionar a obra, isto é, definir metas em cada etapa, o papel de cada um no processo e acompanhar todo o andamento da missão, não deixando que as coisas ocorram ao “acaso” ou no improviso.

5. Jesus avaliou o trabalho

O feedback, ou a reação dos envolvidos nos processos — locutores, interlocutores e receptadores — é fundamental para o sucesso. Sem avaliar os resultados de cada etapa, corre-se o risco de desperdiçar informações importantes para as próximas execuções. Em pelo menos duas ocasiões, Jesus reagiu ao comportamento dos discípulos e deixou claro uma opinião sobre os fatos. Vejamos:

• “Roguei a teus discípulos que o expelissem, mas eles não puderam. Respondeu Jesus: Ó geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco e vos sofrerei? Traze o teu filho” (Lc 9.40,41).
• “Então, regressaram os setenta, possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome! [...] Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai [...] E, voltando-se para os seus discípulos, disse-lhes particularmente: Bem-aventurados os olhos que vêem as coisas que vós vedes” (Lc 10.17, 24).

Esses dois momentos se referem ao mesmo assunto: expulsão de demônios. Em um caso, Jesus repreendeu os discípulos por não terem conseguido expulsar, no outro, eles se surpreenderam pelo fato de os demônios se submeterem.

Um dos objetivos de avaliar a equipe é descobrir onde é preciso concentrar nossos ensinamentos. A avaliação é um meio, não um fim. Deve ser relativa ao objetivo desejado, mas observa também as habilidades e as atitudes em evidência no grupo. Avaliar é essencial tanto para reforçar o que é positivo como para punir o que é negativo, resultando em ajustes. Perceba que Jesus em um momento reprovou, mas no outro, aprovou o comportamento da equipe — o que evidencia sua capacidade de olhar qualidades e defeitos com a mesma intensidade.

6. Jesus incentivou sua equipe

“Ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por causa do reino de Deus, que não receba, no presente, muitas vezes mais e, no mundo por vir, a vida eterna” (Lc 18.29,30).

O maior incentivo de quem serve deve ser agradar o Senhor. Não há alegria maior para um servo do que sentir que Deus está feliz com suas atitudes e trabalho. Por isso, creio que o maior incentivo de quem serve é que se permita que ele sirva mais. Incentivar a equipe é estar atento à satisfação de todas essas diferentes necessidades das pessoas. Uma organização ou agrupamento não deve pretender suprir todas as necessidades de alguém, mas deve ser sensível para conhecer o estágio em que cada um se encontra e procurar fazer o melhor para ajudar cada pessoa em seu momento de vida.

Estes seis princípios observados na vida de Jesus, durante a formação de sua equipe, podem e devem ser perseguidos pelos líderes. Imitar Jesus abrange todos os aspectos de seu caráter perfeito e seu procedimento exemplar. Nele não havia pecado, por isso, tudo o que pudermos observar é digno de ser imitado. Devemos sempre aprender com o nosso Mestre!

* O autor é diretor do Instituto Jetro. www.institutojetro.com

Fonte: www.icp.com.br (Site oficial do Instituto Cristão de Pesquisas)

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Escola Dominical

Na Escola Bíblica Dominical estamos estudando a História da Igreja!

O material usado pelo professor, Vander Santos, está no site http://paginas.terra.com.br/educacao/histigreja/

Aproveitem!

Nossas Reuniões

Nossas Reuniões são realizadas aos sábados, às 19:30h, no templo da Igreja Evangélica Betânia Central, em Belo Horizonte.